21.10.08
17.6.07
5.4.07
Encontrei a História! O Mistério Do Fantasma Vagabundo - Parte III

Os que falharam (como a Mushu) , recebem um gato:

Agora, o resto da história:
O MISTÉRIO DO FANTASMA VAGABUNDO - PARTE III
Susana ficou o resto da aula a pensar no fantasma:
- O engraçado é que o fantasma apareceu na noite em que eu vi aquele filme sobre fantasmas.
-Susana, despacha-te, já tocou! - disse-lhe Sofia, depois de arrumar o seu material, ao ver Susana tão quieta e absorta nos seus pensamentos.
- Hoje essa parece ser a tua frase favorita. - Observou Susana.
- É a única frase que posso dizer. O que é que querias que eu dissesse?
Encontraram-se com o Joaquim, o Gil, um rapaz que tinha vindo da Roménia e que se chamava Keni e um rapaz que lia muitos livros chamado Tomás. Depressa falaram com eles para os pôr a par das novidades.
- Acho que a ideia do Joaquim de chamar o fantasma de Fantasma Vagabundo é óptima! - disse Gil, rindo-se.
- Eu também! - disse Keni, rindo-se também. Todos os outros se começaram a rir.
À noite, Susana, Sofia, Gil, Keni, Tomás e o resto do grupo encontraram-se.
- Sabem porque estamos aqui? - perguntou Susana ao grupo.
- Para ser sincero, não faço a mínima ideia. - respondeu-lhe Keni.
- Estamos aqui para procurar o Fantasma Vagabundo. - explicou Susana.
- Podemos atirar pedras aos vagabundos que encontrarmos? - pediu Keni - Eu e o Gil - acrescentou rapidamente. Ele também era muito traquinas, mas trabalhava nas aulas, ao contrário do Gil.
- Por favor, Susana! - implorou Gil.
- Podem, mas primeiro têm de lhes apontar as lanternas para ver se são brancos. - cedeu Susana.
- Muito obrigado, Susana! - agradeceram-lhe Gil e Keni em coro.
Encontraram 10 vagabundos, mas nenhum deles era branco. A única coisa que faziam era reclamar:
- Tira essa luz de cima de mim, estou a tentar dormir!
Encontraram um vestido de branco, mas não lhe conseguiam ver a cara, pois estava virado de costas. Gil e Keni, entusiasmados, mandaram uma pedra cada um...
a) e a pedra atravessou o vagabundo.
b) e a pedra bateu no vagabundo.
c) mas falharam o alvo.
3.3.07
Sem História Por Enquanto...
Parte 1
Parte 2
Apesar de ser brasileira, adorei!!! (é claro que eu já vi mais episódios, até já saiu o episódio 6)
5.9.06
Voltei do Algarve!
Cavaleiro Negro O rei criou uma nova maneira de cobrar impostos.Só não se esqueçam que o jogo é em inglês e que fui eu que traduzi isto. |
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8.8.06
26.7.06
Mistério do Fantasma Vagabundo - Parte II
- Não lhes ligues, Luís, eles são só uns bêbedos.- disse Susana.
- Obrigado, Susana - respondeu Luís, e saiu, mais animado.
Pouco depois, na escola, Susana falou com uns amigos sobre o assunto.
- Acho que deviamos de chamar Fantasma Vagabundo ao fantasma. - disse Joaquim, um amigo de Susana que tinha um grande sentido de humor.
- Acho que esse nome é excelente para o fantasma. - disse Gil, um outro amigo que fazia muitas traquinices. Ele e Keni, um outro menino que tinha vindo da Roménia e era o segundo melhor da da aula depois de Susana, eram os mais traquinas da escola. Tomás era outro menino que estava sempre a ler livros.
- Despachem-se, já está quase a tocar para a aula de Ciências da Natureza! - disse Sofia, uma menina que usava óculos e que gostava sempre de saber novidades.
Logo a seguir a estas palavras de Sofia, A campainha tocou.
- Hoje vamos dissecar sapos. - disse a Prof.ª Elsa, a professora de Ciências da Natureza.
Como sempre Susana foi a primeira a acabar. A prof.ª disse-lhe para arrumar o material e esperar que tocasse.
Pouco depois a prof.ª Elsa teve de dar uma forte reguada a Gil, que tinha convencido uma rapariga (que era sempre vítima das suas traquinices por estar sentada ao seu lado) que os sapos voltavam à vida para se vingarem de quem os dissecasse. Como é que o Gil se portou depois de levar a reguada?
a) continuou a fazer traquinices
b) ficou calado o resto da aula (o que era raro)
Parabéns, Witchcraft, Fatyly e Robina, que acertaram a primeira parte. Merecem a medalha de bronze (depois, se acertarem dou-lhes as medalhas de ouro e prata e talvez uma taça).

A quem perdeu, recebe um prémio de consolação: um animal (ou pelo menos, a fotografia. não ia dar um verdadeiro, senão perdia de propósito.)


